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Os Tubos de CWB

Por Alexandre Valério Ferreira


EU JÁ TINHA ouvido falar sobre. Fotos dos tubos de Curitiba (CWB) sempre apareciam nos livros de geografia. Eram uma das marcas da cidade (além do Jardim Botânico, é claro). Sempre quis conhecê-los. Um dia deu certo.
   Sou do tipo de pessoa que acredita que, ao visitar um cidade, devemos andar de transporte público ao menos uma vez. Sinto que é lá onde começamos a entender como a metrópole, de fato, funciona. São por ônibus, metrôs, trens, lotações que compreendemos na pele a dinâmica da vida urbana.
   Os tubos pareciam obras de arte, flutuando, translúcidas, no canteiro central da Avenida Sete de Setembro. R$ 4,25. Esse era o valor da passagem. Esperei pelo 304. É um dos ligeirinhos, como chamam em CWB. São linhas que para em menos pontos. Chega-se mais rápido, supostamente. Não são ônibus articulados. Além deles, existem os expressos, os interurbanos e os alimentadores.
   Curitiba foi pioneira no uso do BRT (Bus Rapid Transport). Chamado às vezes de met…

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